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Auxílio emergencial aprovado: Câmara bate o martelo e finaliza segundo turno; valores entram em pauta

Por 366 votos a favor, 127 contra e três abstenções Câmara finaliza as votações do segundo turno da PEC emergencial que dá direito ao auxílio.

Reprodução: Rádio Ceres / Fotomontagem por Vieira Filho

A Câmara dos Deputados concluiu, na tarde desta quinta-feira (11), por 366 votos a favor, 127 contra e três abstenções, a votação no segundo turno da PEC emergencial e aprovou a proposta. Na última quarta-feira (10), ocorreu a votação do primeiro turno, entretanto, eram necessárias duas sessões para a finalização das decisões.

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Após a aprovação, o presidente da República Jair Messias Bolsonaro manifestou-se e considerou a aprovação da PEC uma vitória: “Às vezes, a gente não pode ganhar de 3 a 0, 4 a 0, 5 a 0. Se tiver 2 a 1, foi uma vitória. Foi uma vitória que tivemos hoje que soma para que a nossa população tenha dias melhores. Soma para que os investidores tenham cada vez mais confiança“.

Criado pelo governo federal no início da pandemia de Covid-19, o benefício era direcionado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI) e autônomos desempregados, com o objetivo de atenuar os prejuízos financeiros oferecidos a esses grupos na situação caótica pela qual o mundo passa.

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Com a alta do desemprego, o auxílio, que teve sua última parcela paga em dezembro de 2020, volta como esperança de muitos brasileiros afetados negativamente pela pandemia.

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Critérios

Para receber a ajuda financeira governamental, estima-se que seja necessário que a renda bruta dividida pelo número de integrantes da casa da família, seja de até meio salário mínimo, ou seja, R$550. Além disso, aposentados, pensionistas, trabalhadores de carteira assinada, servidores públicos, militares e cidadãos que recebem benefício de prestação continuada (BPC) ou seguro-desemprego ficam fora dos contemplados pelo auxílio emergencial. No entanto, os critérios só serão realmente estabelecidos em outro texto.

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Valores

Assim como os critérios, os valores serão confirmados em outro texto. No entanto, o ministro da Economia Paulo Guedes afirmou, na última segunda-feira (08), que o valor deve girar entre R$175 e R$375.

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