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Imunização contra Covid-19 está correndo riscos no Brasil; ajuda da China será necessária

A campanha de vacinação contra o coronavírus pode deixar de acontecer por falta de imunizantes.

Foto: Zhang Yuwei/Xinhua

A pandemia causada pelo novo coronavírus está cada vez mais se alastrando e piorando em todo mundo, a situação que no final de 2020 parecia controlada está novamente se tornando caótica, a crise se instaurou novamente e os leitos de UTI destinados aos pacientes de Covid-19 estão se tornando escassos.

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O Brasil, segue sendo muito criticado mundialmente, pela forma que está conduzindo a pandemia. O Ministério da Saúde, já sofreu com duas alterações em seu cargo máximo, de ministro da saúde. Luiz Henrique Mandetta, foi o responsável por dar início a condução do país na saúde, mas por desavenças com o presidente Jair Bolsonaro, foi desligado do cargo pelo chefe do executivo. Para seu lugar, foi contratado o renomado técnico Nelson Teich, que também não durou muito no cargo.

Atualmente o Ministério da Saúde está sendo conduzido por Eduardo Pazuello, e sua gestão é alvo de várias críticas, o Ministro a toda hora muda seu discurso e o ritmo lento de vacinação no país está gerando revolta.

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Para conseguir continuar a imunização dos brasileiros, o Ministério da Saúde, através de seu secretário-executivo, Élcio Franco, enviou uma carta ao embaixador chinês, o solicitando ajuda para a compra de 30 milhões de doses da Sinopharm.

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Élcio Franco, enviou a carta, e nela justificou o pedido de ajuda, pois para o secretário-executivo, a melhor forma de combater a nova variante brasileira do coronavírus é aumentar a vacinação dos brasileiros, contudo, as doses produzidas no Brasil não são o suficiente, assim a campanha nacional de vacinação está correndo sérios riscos.

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