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Bolsonaro admite alterações para que policiais não sejam afetados pela PEC emergencial

Jair Bolsonaro foi pressionado pela bancada da bala e aceitou alterações na PEC.

ISTOÉ

Com a crise instalada no país, o presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido), foi pressionado pelos deputados que compõem a conhecida bancada da bala na Câmara dos Deputados. Com a decisão, nesta segunda-feira (8), o chefe do executivo, admitiu que pode realizar um fatiamento referente a PEC emergencial.

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A decisão de Bolsonaro visa não afetar as forças de segurança, temendo um mal-estar com os servidores que tanto o apoiaram em sua eleição. Ainda não há nenhuma decisão, mas ao que tudo indica uma ela deverá ser tomada, pois o presidente não deseja que o texto seja rejeitado ou volte ao Senado.

Deputados apoiadores de Bolsonaro estão trabalhando incansavelmente para que haja um relaxamento fiscal da PEC emergencial e assim os policiais fiquem de fora dos cortes. Para o presidente o que deverá ser feito é suprimir alguns pontos do texto do deputado Daniel Freitas (PSL-SC), tais pontos são considerados sensíveis à segurança pública.

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A PEC ideal é aquela que vai ser aprovada pela Câmara. E tinha problemas ali na Câmara. Eu sou presidente, não devo interferir. Mas conversei com o relator, com o Arthur Lira…. A bancada da segurança, que tem mais ou menos 50 parlamentares, queria mudanças. Da minha parte, falei com o relator que ele poderia correr o risco de não conseguir aprovar se não mexesse em três artigos“, disse o presidente.

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Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, declarou que está aberto a negociações para que haja alterações no texto, mas não pretende que todo o artigo seja desconfigurado. A votação da PEC emergencial na Câmara está prevista para esta quinta-feira (10).

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