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Levantamento mostra quais as motivações do brasileiro para mudar de emprego em 2021

Cerca de 7,9 milhões de brasileiros estão desempenhando suas funções profissionais de casa.

Salário

Em um ano de incerteza econômica e de oscilação de vagas no mercado de trabalho, a Intera, HRtech de recrutamento digital, membra do Cubo Itaú, maior centro de empreendedorismo tecnológico da América Latina, mapeou os principais anseios que têm levado os profissionais a mudarem de empregou ou área este ano.

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Com mais de uma alternativa para escolher, o levantamento foi realizado no período de 11/02/2020 a 11/02/2021, e contou com a participação de 23.689 mil profissionais em todo Brasil. A faixa etária dos participantes compreende entre 18 a 64 anos. Dividida por gênero, 66,2% dos respondentes são homens e 33,8% mulheres.

Entre as principais motivações que apareceram foram (53,11%) manifestaram o desejo em trabalhar em uma outra empresa que atue em outra área, (47,16%) querem sentir o desafio de trabalhar em uma nova empresa e (34,34%) disseram sentir falta de oportunidade de crescimento no emprego atual. Além desses motivos, o levantamento também mostrou que para (16,93%) existe o interesse em trabalhar em empresa maior, (13,91%) vislumbram mudar de setor ou de área de atuação, (8,02%) assinalaram que o salário atual não corresponde ao que o mercado oferece, (6,94%) desejam receber mais benefícios e (1,14%) desejam trabalhar em uma empresa menor.

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O fenômeno do trabalho remoto evidenciou a porcentagem de vida que dedicamos diariamente ao trabalho. E isso provoca questionamentos sobre o quanto o seu trabalho atual vale a pena diante do que é importante para si. Cerca de 7,9 milhões de brasileiros estão desempenhando suas funções profissionais de casa. “Abre espaço para questionar se o problema/causa que a empresa se propõe a solucionar e se faz sentido para si, ou se a área que atua é essa mesma que gostaria de estar atuando, uma vez que, boa parte do tempo que se tem, é dedicado para tal. Percebemos que as pessoas estão muito mais dispostas a buscar e saber de oportunidades do que o período antes da pandemia”, afirma Paula Morais, cofundadora da Intera, HRtech de recrutamento digital.

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A executiva conta que, em 2020, muita gente ficou com receio de perder o emprego, da economia não ajudar, e foram mais conservadores na tomada de decisão sobre uma transição de carreira/empresa, optando pela opção mais segura naquele momento. “Em 2021, já sentimos uma abertura muito maior por parte das pessoas, inclusive maior do que o período anterior a circunstância da pandemia”, finaliza.

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Escrito por Anna Müller

Bastante ativa nas redes sociais, escrevo conteúdo sobre os mais diversos assuntos para a plataforma i7 Network.