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Mãe e padrasto que mataram bebê por ter feito xixi na cama são condenados: ‘Mamãe, não faço mais isso’

Ana Lívia Lopes da Silva, de apenas 3 anos, foi morta em junho de 2018 pelo padrasto e pela mãe.

G1 | Divulgação

Um caso ocorrido em junho de 2018 em Poços de Caldas, sul de Minas Gerais, voltou a ganhar repercussão nesta semana. Christhopher Anthony Tavares Coelho e Letícia Lopes Fonseca, padrasto e mãe da pequena Ana Lívia Lopes da Silva, foram condenados pela morte da criança. De acordo com o site G1, Christhopher confessou as agressões à menina. O crime teria contado com a colaboração de Letícia.

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Segundo informações da polícia, o homem agrediu Ana Lívia após a criança urinar na cama. A menor chegou a apresentar sangramento no nariz após a violência. A sessão de tortura teria ocorrido na presença da mãe de Ana Lívia, que nada fez para ajudar a filha.

No mesmo dia das agressões, a criança apresentou convulsões e foi levada ao hospital. Ana Lívia chegou ao local com dificuldade de respirar e várias marcas de agressões pelo corpo. Logo, a polícia passou a desconfiar do padrasto e da mãe da criança, que, mais tarde, confessaram o crime.

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Nesta semana, quase três anos após o crime brutal, o casal foi condenado por homicídio quadruplamente qualificado. As penas de ambos somam mais de 60 anos de reclusão em regime fechado. A promotora criminal Luz Maria Romanelli deu detalhes sobre o sofrimento de Ana Lívia: “A última fala da criança foi: ‘Mamãe, não faço mais isso’. E eles continuaram até que ela não resistiu”.

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Ainda de acordo com a promotora, em depoimento, o casal demonstrou frieza. A advogada de defesa de Letícia afirmou que sua cliente não ficou surpresa com a condenação, e que afirmou que nenhuma punição superaria o sentimento de culpa que iria carregar pela omissão acerca da morte da filha.

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