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Pode faltar caixões e matéria-prima em São Paulo devido ao aumento de enterros por Covid-19

Segundo o Serviço Funerário, com o aumento de enterros e cremações, poderá faltar caixões e matéria-prima, como o aço e MDA.

REUTERS/Amanda Perobelli

De acordo com informações do Serviço Funerário, na última semana, a média de cremações e enterros no município de São Paulo cresceu 11% se comparado à semana do dia 11 a 17 de fevereiro. Na última semana, foram registrados 221 enterros e cremações ao dia, sendo que na semana de 11 a 17 de fevereiro esse número era de 196 diários.

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Representantes do setor funerário afirmam que não há uma explosão de óbitos na capital paulista, contudo, dizem que há algumas redes de outras cidades que estão chegando “perto do colapso” diante da grande demanda de enterros e cremações. E não é só isso, a entidade responsável por representar as empresas funerárias do Brasil ainda dizem que corre o risco de haver a falta de caixões, isso devido a alta no número de sepultamentos e a falta de matéria-prima, como, por exemplo, o aço e o MDA.

De acordo com informações da Prefeitura, os números estão em torno de 240 no verão, e 300 no inverno, o que também representa alta de 9,5% se comparado com a semana de 18 a 24 de fevereiro, quando a média era de 200.

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Segundo informações, na capital paulista, o Complexo da Vila Formosa, localizado na zona norte da cidade, foi o cemitério público que mais realizou enterros no munícipio. Em seguida, vem o cemitério de São Luiz, Vila Nova Cachoerinha, Dom Bosco e São Pedro. Considerando apenas as informações destes cinco cemitérios, a média de sepultamentos passa a 91 diários se considerados os meses de janeiro e fevereiro de 2021.

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Vale lembrar que, atualmente, o Brasil vem batendo recordes de mortes pela Covid-19 diariamente. Em média, 1.361 pessoas estão morrendo vítimas da doença por dia.

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