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Auxílio Emergencial: governo define modelo da nova fase e indica data para início dos pagamentos

Benefício contemplou 68 milhões de beneficiários no ano passado e será retomado neste primeiro semestre.

Agência Brasil - Caixa - Montagem: Cido Vieira

Alento dos brasileiros no ano passado, o Auxílio Emergencial está bem próximo de ser oficializado pelo governo federal. Nesta quarta-feira (03), o Senado iniciou a votação da proposta que visa estender o benefício por mais algum tempo. 

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Na noite de hoje, o jornal O Globo trouxe algumas novidades e desdobramentos sobre a volta do programa. Segundo o periódico, o governo vai considerar a composição familiar na hora de estabelecer os beneficiários da nova fase do Auxílio Emergencial.

De acordo com fontes envolvidas na discussão, o governo estabeleceu o valor de R$ 250 para as novas parcelas do benefício. Para mães solteiras chefes de família, as cotas terão um valor maior, ficando na casa dos R$ 375. No modelo anterior de pagamento, as parcelas eram dobradas para este grupo. Família composta apenas por uma pessoa, receberá R$ 150. 

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As cifras são pagas em quatro parcelas apenas a um membro da família. O intuito do governo é focalizar melhor o Auxílio Emergencial, e atingir um número maior de pessoas. A ala econômica estuda gastar entre R$ 35 bilhões e R$ 36 bilhões com a nova fase do auxílio.

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Diante da migração dos beneficiários do Bolsa Família para o Auxílio Emergencial por quatro meses, o governo espera fazer uma economia de R$ 10 bilhões inicialmente reservados no Orçamento.

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Quando começa?

Ainda de acordo com O Globo, o governo iniciará os pagamentos da nova rodada do benefício no dia 18 de março, para integrantes do Bolsa Família. Já os demais brasileiros devem ser contemplados nos últimos dias do mês, seguindo a linha anterior. 

Pente fino

Para esta nova fase do programa, o governo federal através do Ministério da Cidadania vem efetuando cruzamento no banco de dados dos beneficiários. Inicialmente, o ministro Paulo Guedes indicou que o número de beneficiários seria reduzido para 30 milhões de brasileiros. O governo, no entanto, posteriormente, sinalizou que o benefício atenderá mais de 40 milhões de pessoas.

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