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Em meio à crise sanitária, família Bolsonaro volta a criticar o isolamento social: ‘não adianta em nada’

A família Bolsonaro voltou a criticar medidas de distanciamento social mesmo em meio ao pior momento desde o início da Covid-19

Divulgação/Família Bolsonaro / Estadão Conteúdo

De acordo com especialistas, o Brasil vive o pior momento desde o início da pandemia do novo coronavírus, mesmo assim, a família Bolsonaro voltou a criticar as medidas de isolamento social que tem sendo feita para o enfrentamento da Covid-19. Atualmente, os Estados Unidos estão aumentando suas restrições no intuito de frear o contágio do vírus.

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Usando o seu perfil no Facebook, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) afirmou que a seu ver, “o isolamento não adianta em nada” e, inclusive, “já sabemos o resultado”.

Vale lembrar que em meio à pandemia as autoridades sanitárias de diversos países recomendam as medidas de distanciamento social. Além disso, o lockdown, que vem sendo adotado por alguns estados brasileiros, também foi exercido em vários países europeus que diante de protocolos rigorosos de isolamento conseguiram reduzir o contágio do vírus.

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) por sua vez afirmou que o lockdown só serve para aglomerar. Além disso, em uma publicação no Twitter, o filho de Bolsonaro questionou ainda se ainda não aprendemos isso com a redução de horário do comércio, uma das medidas adotadas no início da pandemia.

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Vereador pelo Estado do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) também fez críticas a medida do isolamento social. O vereador afirmou que qualquer cidadão que aglomere e não use máscara de proteção, “está permitido”, até mesmo o discurso de acusar terceiros pelo que a própria pessoa faz com “a maior cara lavada”.

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Bolsonaro também comentou sobre o assunto ao repostar um trecho da sua visita ao Ceará. O chefe do Executivo diz que para os que o criticam, deveriam fazer o mesmo que ele: “Venham para o meio do povo”. Além disso, Bolsonaro ainda disse que o que mais ouviu dos cidadãos até o momento foi “Eu quero trabalhar”.

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