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Cabeleireira diz que mulher que morreu após tintura no cabelo omitiu alergia; vítima já havia sofrido reações

Karine de Oliveira Souza, de 34 anos, chegou a pedir a uma amiga para ficar em alerta durante a aplicação do produto.

UOL | Divulgação

Um caso tratado pela polícia como fatalidade vem servindo de alerta para pessoas que gostam de passar produtos químicos no cabelo. A auxiliar administrativa Karine de Oliveira Souza, de 34 anos, veio a óbito após sofrer uma reação alérgica ao utilizar uma tintura para cabelo em um salão em Catalão, Goiás.

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De acordo com o site UOL, em depoimento à polícia, a dona do salão de beleza afirmou que Karine começou a passar mal logo após o início do procedimento, mas afirmou que a cliente omitiu ser alérgica a produtos químicos. A auxiliar administrativa já utilizava outros serviços do salão, mas essa teria sido a primeira vez que solicitou a coloração dos cabelos.

Segundo a oficial responsável pelo caso, a delegada Luiza Veneranda Pereira Batista, a vítima teria levado o produto ao salão para ser aplicado em seus cabelos. O corpo de Karine foi submetido a exames cadavéricos para que a substância que causou a reação alérgica seja identificada.

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Foi a vítima que comprou e levou o produto. Ela não informou que sofria de alergia nem nada parecido. A dona do salão trouxe aqui a tinta usada e iremos periciá-la. Tudo indica que se trata de uma fatalidade”, disse a delegada. A polícia afirma, ainda, que o óbito se deu devido às ações da própria vítima.

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Uma amiga de Karine contou à polícia que ela já havia sofrido reações alérgicas em outros procedimentos no cabelo, chegando a apresentar falta de ar. Pouco antes de ir ao salão, a auxiliar administrativa teria pedido para que a amiga ficasse em alerta para auxiliar caso viesse a passar mal. O depoimento da amiga reforçaria a tese de que Karine assumiu o risco ao se expor ao produto químico.

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