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Auxílio Emergencial: Guedes define prazo para aprovar volta do benefício; mais brasileiros serão atendidos

Benefício teve nove parcelas pagas no ano de 2020 e está bem próximo de ter retorno oficializado.

Agência Brasil - Caixa

A volta do Auxílio Emergencial está bem próxima de ser concretizada. Na última semana, o governo federal alinhou alguns ajustes com os presidentes da Câmara e do Senado, deixando a situação encaminhada para uma nova rodada de pagamentos do programa. 

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De acordo com a apuração do Brodcast/Estadão, a ala econômica do governo, liderada pelo ministro Paulo Guedes, trabalha com o prazo de três semanas para viabilizar o fechamento da nova extensão do Auxílio Emergencial. 

Guedes classifica a aprovação como “novo marco fiscal”, que seria composto pela inclusão, na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo, de uma cláusula de calamidade pública, semelhante à PEC do Orçamento de Guerra criada no ano passado, para viabilizar o programa. 

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Diante disso, será permitido retirar as cifras para pagar o benefício de regras fiscais, cumprindo o teto de despesas. Contudo, seriam criados alguns condicionantes, por exemplo, medidas automáticas para conter gastos. 

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Projeção de valores e cotas

Na última semana, governo e presidentes da Câmara e do Senado, sinalizaram que a volta do Auxílio Emergencial deverá ter entre três a quatro pagamentos, se iniciando a partir de março. Os valores das parcelas ainda é um entrave, mas deve ficar entre R$ 200 a R$ 250 para cada brasileiro mensalmente.

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Mais beneficiários

No início do mês, o ministro Paulo Guedes disse que a nova fase do Auxílio Emergencial contemplaria no máximo 32 milhões de brasileiros, tendo em vista os cortes necessários para o endividamento não se intensificar.

Contudo, dias após a declaração do responsável pela pasta, os planos do governo já admitem uma ampliação, onde mais de 40 milhões de brasileiros devem ser atendidos. No ano passado, o governo contemplou cerca de 68 milhões de indivíduos com o benefício.

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