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Auxílio Emergencial: mais beneficiários do que o previsto e fim de medida; novidades da extensão vêm à tona

Benefício teve o calendário residual de pagamentos sendo encerrado no final de janeiro.

Agência Brasil - Montagem: Cido Vieira

A volta do Auxílio Emergencial é um dos assuntos mais comentados no momento. Depois do governo federal tanto relutar para que o programa não tivesse uma nova rodada de pagamento, a forte pressão exercida por parlamentares diante do cenário de pandemia, fez com que a retomada do benefício se tornasse realidade. 

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No início do mês, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a nova fase do Auxílio Emergencial contemplaria cerca de 32 milhões de brasileiros. Este número, no entanto, deve ser ampliado, como sinalizado pelo próprio governo. A estimativa é o que benefício atenda mais de 40 milhões de indivíduos em 2021. 

O intuito do Ministério da Economia é fazer uma filtragem para focalizar o programa, direcionando o benefício apenas para a população que vive em situação de baixa pobreza.

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Apesar de o governo ter citado o pagamento para 40 milhões de brasileiros, o percentual deste grupo representaria ao menos 50 milhões. Em 2020, cerca de 67 milhões receberam cotas do programa.

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Este quantitativo projetado pelo governo já incluiu beneficiários que recebem o Bolso Família. Estes devem receber um aumento para ficarem no mesmo valor dos demais contemplados pelo Auxílio Emergencial, que deve ficar entre R$ 200 a R$ 250.

Estudo para fim da medida

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, o governo federal projeta eliminar o pagamento dobrado para mães solteiras. No ano passado, mulheres chefes-de-família foram contempladas com cotas duplas, recebendo R$ 1.200 nas cinco primeiras cotas, e R$ 600 nas quatro últimas parcelas, o dobro em relação ao que os demais beneficiários recebiam. 

O governo estuda retomar os pagamentos do Auxílio Emergencial a partir do próximo mês. 

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