Segunda onda da Covid-19 aumenta a quantidade de enterros e há risco da falta de valas

Novos sepultadores foram contratados para reforçar equipe e evitar a falta de valas disponíveis.

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Depois de seis meses de quedas no número de enterros na cidade de São Paulo, a quantidade de sepultamentos começou a subir depois da chegada da segunda onda da Covid-19 em todo o estado.

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Esses números são confirmados com os dados dos sepultamentos em cemitérios públicos da capital paulista, particulares e também serviços de cremação. Essas informações são da Prefeitura Municipal de São Paulo.

O recorde de sepultamentos em 2020 foi no mês de maio com 8.368 pessoas, depois essa quantidade foi caindo mês a mês até novembro, quando esse número chegou a 5.549. Desde então, essa quantidade foi subindo 15% em relação ao mês anterior. No mês de janeiro, esse número atingiu alarmantes 6.574 sepultamentos e cremações. É válido mencionar que nem todas as pessoas que perdem a vida ou que moram na capital paulista, são enterrados lá.

Por conta desse aumento considerável mês a mês, foram contratados mais 30 sepultadores para se juntarem aos 120 que já estavam atuando nos cemitérios. A frota de veículos também teve melhorias e foram contratados mais 10 carros para fazer os traslados dos corpos.

“A contratação de novos terceirizados se fez necessária considerando o afastamento dos servidores que são parte do grupo de risco, suprindo a demanda pelo serviço para dar um enterro e uma despedida digna aos familiares que perdem seus entes queridos”, divulgou o Serviço Funerário.

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Esses novos contratos têm o objetivo de evitar que o município de São Paulo sofra com a falta dos números disponíveis de valas para serem utilizadas no sepultamento.