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Três pessoas são resgatas após ficarem 33 dias presas em ilha sobrevivendo de cocos e ratos

O tenente Justin Dougherty diz que o trio lidou incrivelmente com a situação e foram resgatados em boa forma.

Divulgação/Guarda Costeira dos Estados Unidos

A Guarda Costeira dos Estados Unidos resgatou três pessoas que estavam presas na ilha de Anguilla Cay, na Bahamas, no Caribe, há 33 dias. Para sobreviver, eles precisaram se alimentar com cocos, mariscos e ratos.

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De acordo com informações divulgadas pelo UOL, os três estavam em um barco que virou em águas turbulentas, por isso, tiveram que nadar até a ilha. Mais de trinta dias depois, uma equipe da Guarda Costeira que sobrevoava a região notou os cidadãos pedindo socorro.

Para a emissora de TV WPLG, o tenente Justin Dougherty contou que o piloto da aeronave notou “bandeiras incomuns”, contendo cores diferentes. O tenente diz que neste momento, eles decidiram voltar para verificar e acabaram avistando as três pessoas acenando.

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Justin afirma não saber como os cidadãos conseguiram permanecer tanto tempo na ilha. “Foi incrível”, destacou. O tenente diz que eles foram claros e articulados diante do que estava acontecendo, por isso, ele se diz surpreso ao se deparar com todos eles “em boa forma”.

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Resgatados, os três foram levados a uma unidade hospitalar na Flórida, nos Estados Unidos, onde serão submetidos a atendimento médico.

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Em agosto de 2020, um caso semelhante aconteceu na ilha do Pacífico, quando homens foram resgatados após escreverem “SOS” na areia. Os três homens, que estavam desaparecidos há três dias, escreveram um sinal gigante de “SOS” na areia e, com isso, chamaram a atenção de aeronaves australianas e norte-americanas.

De acordo com o governo australiano, os homens partiram com destino ao atol de Pulap, em um barco de 7 metros, contudo, a embarcação acabou saindo do curso e eles ficaram sem combustível.

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