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Auxílio Emergencial: presidente do Senado traz novidade sobre prorrogação e estipula prazo para anúncio

Benefício teve calendário de pagamentos residuais concluído na última semana de janeiro.

Agência Brasil - Caixa

A discussão em torno de uma possível extensão do Auxílio Emergencial vem ganhando força nas últimas semanas. Diante da forte pressão dos parlamentares, o governo federal tem mudado a sua postura, e já admite a possibilidade de retorno dos pagamentos.

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Na última segunda-feira (08), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), comentaram que há um debate para retomar o programa. O chefe do Executivo disse estar “negociando” o tema com os ministros, enquanto Pacheco se mostrou confiante em fazer o anúncio disso ainda nesta semana. 

“É preciso evidentemente compatibilizar uma forma de ajuda e auxílio com a responsabilidade fiscal, com o equilíbrio das contas públicas. E eu estou com muita expectativa, positiva mesmo de que a gente tenha uma solução disso nesta semana”, afirmou Peixoto em entrevista à GloboNews.

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Segundo o presidente do Senado, o encontro realizado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na última semana, foi positivo, onde o responsável pela pasta econômica demonstrou uma compreensão sobre a necessidade de discutir uma nova rodada de pagamentos, tendo em vista a situação delicada por conta da pandemia. 

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Valores indefinidos

Na conversa com a imprensa, Bolsonaro, Peixoto e Guedes não sinalizaram o valor de possíveis novas parcelas da ajuda de custo, e nem por quanto tempo o benefício será prorrogado.

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No último domingo (07), o jornal Folha de S. Paulo publicou que o governo estuda a possibilidade de efetuar o pagamento de três parcelas do Auxílio, que seria rebatizado com o nome de BIP. Segundo o periódico, as cotas seriam no valor de R$ 200, e os beneficiários teriam que efetuar um curso de qualificação para receber o dinheiro. 

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