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Mulher morre após ser arremessada de ônibus durante viagem em Goiânia e caso gera forte comoção

Caso aconteceu no final de janeiro, e vítima ficou internada seis dias, antes de ter morte encefálica decretada.

G1

Vítima de um acidente no final do mês de janeiro, a esteticista e vendedora Nayara Núbia Mendes de Oliveira, de 33 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu seis dias depois do ocorrido. Ela foi arremessada de um ônibus de transporte coletivo em Goiânia. De acordo com os familiares, testemunhas que estavam no veículo no dia disseram que motorista abriu a porta antes de frear, jogando a passageira para fora.

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O caso se deu no dia 29 de janeiro, quando Nayara retornava para casa. Segundo o relato de testemunhas, ela estava perto da porta quando o motorista a abriu, antes de efetuar a frenagem, o que acabou fazendo com que ela caísse bruscamente para fora do veículo. 

“O motorista mesmo confessou que abriu a porta sem frear. Ela caiu, e ele tentou acudi-la”, disse uma passageira em mensagem enviada à família.

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Diante da queda, Nayane teria batido a cabeça na calçada. Passageiros que estavam no coletivo ligaram imediatamente para os socorristas, e acionaram os familiares da vítima. Mesmo longe do local, o esposo dela chegou antes do Corpo de Bombeiros e resolveu ele mesmo efetuar o socorro da mulher, levando-a para o Hospital Monte Sinai.

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Com um quadro de hemorragia, ela foi transferida para outra unidade hospitalar, onde foi submetida a uma cirurgia ainda no mesmo dia do acidente. Em coma, a paciente teve uma piora significativa, e teve morte encefálica decretada na última quinta-feira (4). Ela deixa o marido e uma filha de 11 anos. 

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Revolta

Irmão de Nayane, o microempresário Weber Batista Mendes se mostrou indignado com a morte dela, e pediu Justiça. 

“Mataram a minha irmã pela irresponsabilidade desse motorista”, afirmou Weber.

Em nota, a empresa responsável pelo coletivo, Rápido Araguaia, lamentou o acidente, e disse que prestou todo o suporte à vítima e seus familiares, custeando gastos de velório e sepultamento. 

O caso segue sendo apurado pela Delegacia de Investigações de Crimes de Trânsito (Dict).

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