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Bolsonaro fala na volta do auxílio emergencial pra ‘ontem’, mas alerta sobre ‘problemas’ na economia

Nesta segunda-feira, 8, após ter negado a volta do beneficio por diversas vezes, Bolsonaro disse que a discussão sobre o assunto é pra ‘ontem.

Dida Sampaio/Estadão

Depois de ter afirmado por diversas vezes que o retorno do auxílio emergencial quebraria o país, o presidente Jair Bolsonaro voltou a comentar sobre o assunto nesta segunda-feira, 8, e, desta vez, afirmou que a discussão para a retomada do beneficio é para “ontem”. Mesmo assim, o chefe do Executivo afirma que isso trará “problema” para a economia do país.

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Sofrendo pressão do Congresso para que tire do papel novas parcelas do auxílio, sem exigir medidas de cortes de gastos, Bolsonaro afirma “achar” que realmente terá uma nova rodada de pagamento do benefício. Em entrevista a José Luiz Datena, da Band, o mandatário disse que uma linha de corte vem sendo estudada.

O Auxílio Emergencial foi criado em 2020 para ajudar trabalhadores informais, desempregados e beneficiários do Bolsa Família em meio à pandemia do novo coronavírus. A última parcela do benefício foi paga pelo governo em dezembro do ano passado, no entanto, diante do aumento no número de casos da doença, parlamentares vêm pressionando o governo para a retomada do auxílio.

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No início da criação do auxílio, em 2020, o governo sugeriu que o valor fosse de R$ 200 mensais, no entanto, o valor iria ser aumentado para R$ 500 por iniciativa de alguns parlamentares. Diante disso, Bolsonaro autorizou que a mensalidade do benefício fechasse em R$ 600. Desta firma, os beneficiários receberam cinco parcelas de R$ 600 e quatro parcelas de R$ 300.

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No início de janeiro, Bolsonaro negou que o auxílio emergencial iria retomar, isso ressaltando que tal decisão “quebraria o Brasil”. “Lamento”, declarou o presidente na ocasião.

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