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Auxílio Emergencial: Bolsonaro muda discurso e traz novidade decisiva sobre prorrogação que anima brasileiros

Benefício teve calendário de pagamentos residuais concluído na última semana de janeiro.

Agência Brasil - Caixa

A possível volta dos pagamentos do programa Auxílio Emergencial parece se tornar cada vez mais realidade no cenário nacional. Com a pandemia ainda impactando fortemente a economia do país, e a campanha de vacinação contra a Covid-19 em ritmo considerado lento, cresce a expectativa dos brasileiros em torno da retomada do benefício.

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O governo federal, que tanto se mostrou contrário a uma extensão do programa em 2021, tem mudado sua postura. Depois do ministro Paulo Guedes ceder à pressão dos parlamentares, e aceitar discutir o assunto, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) falou sobre o tema nesta segunda-feira (08) em tom totalmente diferente, sinalizando que a volta é cogitada e está sendo discutida. 

Segundo o chefe do Executivo, o benefício tem um “limite”, mas enfatizou que é necessário encontrar uma solução, e que esta não depende exclusivamente dele, sendo preciso chegar em um consenso com Senado e Câmara. 

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“O auxílio emergencial tem um limite. Já se fala em possíveis novas parcelas do auxílio emergencial”, iniciou Bolsonaro, citando na sequência o risco dos produtos da cesta básica aumentarem com a volta do programa. 

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“Devemos procurar uma solução para isso. Não passa apenas pelo presidente da República. Hoje conversei por telefone com o novo presidente da Câmara, devemos nos encontrar nas próximas horas, no máximo amanhã, (ele) quer resolver também”, destacou o chefe do Executivo. 

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Pressão

Nas últimas semanas, diversos parlamentares, entre deputados e senadores apresentaram no Congresso, projetos de lei solicitando a retomada dos pagamentos do benefício, que no ano passado atendeu 68 milhões de brasileiros.

Neste domingo (07), o jornal Folha de S. Paulo revelou que o governo estuda um projeto para viabilizar três cotas de R$ 200 de um Auxílio Emergencial rebatizado. Para receber o programa, os brasileiros teriam que fazer um curso de qualificação profissional, e o benefício não atenderia pessoas do Bolsa Família.

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