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Auxílio Emergencial: valor e exigência feita pelo governo em proposta de prorrogação revolta brasileiros

Benefício tem prorrogação ainda sendo discutida nos bastidores da esfera política em solo nacional.

Fotomontagem: Agência Brasil - Caixa/ Aparecido Vieira

A discussão em torno de uma possível volta do Auxílio Emergencial tem se intensificado nas últimas semanas. O governo federal, que tanto se mostrou contrário à decisão de promover uma nova rodada de pagamentos, tem mudado a postura, principalmente após uma forte pressão vinda dos parlamentares no Congresso Nacional.

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Neste domingo (07), o jornal Folha de S. Paulo revelou que o governo estuda uma proposta de retomar com pagamentos do benefício, que agora seria intitulado de BIP (Bônus de Inclusão Produtiva) e atenderia somente trabalhadores informais que não integram o Bolsa Família.

O periódico ainda destacou que a ideia é fixar novas exigências para o recebimento do benefício. Entre elas, a realização de um curso de qualificação profissional, que não teve muitos detalhes revelados.

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Com o BIP, o governo objetiva dar assistência a pessoas vulneráveis em momento de crise, e não tem como propósito ser um mecanismo de distribuição de renda, para tirar as pessoas da pobreza, como foi o caso do Auxílio Emergencial, que atendeu no ano passado 68 milhões de brasileiros.

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Repercussão

Nas redes sociais, diversas pessoas repercutiram a proposta do governo revelada pela Folha de S. Paulo tecendo comentário críticos. 

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“Muitos que realmente precisam não saberão realizar tal curso….”, disse um internauta. “Primeiramente, o curso será presencial? Estamos em uma pandemia. Em segundo. Quem vai dar o curso e quanto vai custar?“, questionou outro.

“Isto está parecendo ‘Auxílio para Empresário de Cursos’, quem vão lucrar muito com estes cursos obrigatórios. Investiguem se algum deputado do Centrão tbm é dono destes cursinhos”, disparou outro usuário do Twitter. “Com o preço que está os produtos não dar pra fazer quase nada com esse dinheiro, melhor dar só pra quem vive na extrema pobreza mesmo”, disse outro.

As últimas cotas do Auxílio Emergencial, já em caráter residual, foram pagas há duas semanas, após a liberação de um novo lote de beneficiários que haviam tido o pagamento suspenso.

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