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Presidente do Senado traz novos detalhes da volta do Auxílio Emergencial e anima os brasileiros: ‘Valor digno’

Benefício que ajudou milhões em 2020 está bem próximo de ter prorrogação novamente oficializada.

Agência Brasil - Caixa

Se antes uma possível prorrogação do Auxílio Emergencial parecia distante, agora o cenário se inverte. Após as eleições na Câmara e no Senado, a pressão em torno de uma nova rodada de pagamentos do programa cresceu exponencialmente, tanto que o governo já mostra uma mudança de postura sobre o assunto.

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Para viabilizar a retomada do Auxílio Emergencial, o governo quer enxugar a quantidade de beneficiários, bem como pode reduzir o valor das parcelas. Em coletiva concedida nesta sexta-feira (05), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) admitiu essa possibilidade. Entretanto, ele garantiu que lutará por um “valor digno” e manifestou o desejo de esticar o programa de ajuda até que a vacina chegue a “boa parte da população brasileira”.

“É impossível nesse momento prever, mas, obviamente, lutaremos por um valor que seja digno para aquele que o recebe e uma possibilidade para quem paga, considerando os critérios de responsabilidade fiscal”, disse o presidente do Senado.

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Reunião

Na última quinta-feira (4), Pacheco teve um encontro que tanto queria com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Entre os assuntos debatidos pelos dois, esteve a prorrogação do Auxílio Emergencial.

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Guedes após a reunião conversou com a imprensa e admitiu a possibilidade de voltar com os pagamentos por meio de uma cláusula com a inserção do benefício na PEC Emergencial. Contudo, há chance do benefício atender somente metade do quantitativo de brasileiros neste novo formato. 

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Nos bastidores, há a especulação de que o programa retorne com pagamentos de R$ 200, seguindo uma linha parecida do Bolsa Família, o que não impactaria de forma tão arrebatadora os cofres públicos. Mas não há nada definido até o momento. 

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