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Prioridades para 2021 são saúde, emprego e renda, diz Guedes

Em uma coletiva de imprensa, o ministro da Economia Paulo Guedes comemorou a criação de 142 mil empregos em 2020.

Adriano Machado / Reuters

Depois da criação de mais de 142 mil empregos no ano passado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, ressaltou que, em 2021, o Ministério da Economia pretende manter o compromisso com a geração de emprego. No entanto, também tem em sua lista de prioridades a saúde e a renda.

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Nesta quinta-feira, 28, Guedes afirmou durante uma coletiva de imprensa que, voltando o Congresso – depois do fim das eleições do Senado e da Câmara dos Deputados – o Ministério estará apto a atacar a saúde, emprego e renda que, segundo ele, são “prioridades para o ano de 2021”.

Na coletiva, ao comentar sobre o resultado do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) de 2020, o ministro comemorou, afirmando que a grande notícia é que mesmo diante de “um ano terrível”, em que o PIB chegou a caiar 4,5%, foram criados 142 mil novos empregos.

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No entanto, segundo Guedes, esse resultado positivo só foi possível devido a algumas medidas emergenciais tomadas principalmente pelo programa BEM, que permite a suspensão de contrato em comum acordo entre o empregador e o empregado ou ainda a redução da jornada de trabalho e salário.

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Relembrando o auxílio emergencial, Guedes diz que 2020 fechou com 30 milhões de pessoas empregadas com carteira assinada, sendo que deste total ao menos 11 milhões acabaram sendo preservados pelas medidas do BEM. Em 2020, 64 milhões de brasileiros foram beneficiados com o benefício emergencial de R$ 600 e R$ 300.

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E mais, o ministro ainda firmou que com base nos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que também foram divulgados na quinta-feira, se confirmou o avanço e recuperação da economia do país em formato de “V”.

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