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Auxílio Emergencial: com extensão nos planos de Bolsonaro, benefício terá mais 2 datas de saques nesta semana

Benefício começou a ser pago em abril e atingiu 68 milhões de brasileiros em nove meses de duração.

Agência Brasil - Caixa

O futuro do Auxílio Emergencial ainda segue incerto e vem sendo amplamente debatido. Diante da situação de calamidade que vive o país por conta de uma nova onda da Covid-19, cresce a expectativa em torno de uma possível retomada dos pagamentos do programa.

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Enquanto a situação ainda segue indefinida, a Caixa Econômica Federal (CEF) dá continuidade à liberação de saques e transferências do benefício. Nesta próxima semana, mais duas datas serão disponibilizadas e encerram o cronograma montado pelo banco.

Na segunda-feira (25), beneficiários nascidos em novembro poderão receber o montante disponível em espécie, ou transferir a quantia para uma conta de outro banco. Na quarta (27), será a vez dos brasileiros que aniversariam em dezembro, concluindo assim o calendário, que foi iniciado em janeiro no dia 4.

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Vale lembrar que os beneficiários já haviam recebido as parcelas do Ciclo 5 e 6 em depósito via poupança digital, podendo através do aplicativo Caixa Tem, realizar compras e efetuar pagamentos de boletos como contas básicas de água e energia. 

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Confira o calendário de saques do Auxílio Emergencial:

Grande discussão e mudança de Bolsonaro 

Terminado o calendário de pagamentos do Auxílio Emergencial, cresceu de forma intensa as conversas e discussões acerca de uma possível renovação do programa. Oficialmente, o governo federal chegou a sinalizar algumas vezes que não tinha pretensões de esticar a ajuda.

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Contudo, diante do cenário de calamidade, com o aumento de casos da Covid-19, e pressão nos bastidores, o cenário está aberto. Nos bastidores do Congresso, diversos parlamentares já protocolaram projetos. E até mesmo o presidente Jair Bolsonaro já sinaliza uma mudança de opinião sobre a manutenção do programa. 

De acordo com o site Valor Econômico, o chefe do Executivo já sinalizou a alguns interlocutores que é a favor da prorrogação do Auxílio, mas não quer chocar com o rompimento do teto de gastos. 

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