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Ministro da Educação dá notícia decisiva sobre possível adiamento do Enem: ‘Queremos dar tranquilidade’

Responsável pelo Ministério da Educação ainda lamentou a morte do diretor do Inep, ocorrida na última segunda (11), por Covid-19.

Divulgação - Inep

Em meio ao cenário de pandemia do coronavírus, cogitou-se a possibilidade de um novo adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Contudo, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, fez questão de esclarecer a situação e colocar um ponto final nos rumores.

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Em entrevista concedida à CNN Brasil nesta terça-feira (12), o chefe da pasta afirmou que as provas não serão adiadas. Mesmo diante dos apelos de milhares de estudantes, tendo em vista os riscos sanitários por conta da pandemia, Ribeiro afirmou que o governo está preparado para aplicar as provas, e classificou que os pedidos para uma postergação dos prazos vêm de uma minoria. 

“Não vamos adiar o Enem. Primeiro porque tomamos todos os cuidados de biossegurança possíveis. Queremos dar tranquilidade para você que vai fazer a prova, assim como aconteceu no domingo, em menor proporção, claro, no exame da Fuvest”, afirmou Milton Ribeiro na entrevista à emissora. 

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Dois formatos

O Exame Nacional do Ensino Médio terá duas versões em 2021. A primeira delas será presencial, sendo realizada nos dias 17 e 24 de janeiro, e outra virtual, agendada para os dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Os candidatos só puderam efetuar a inscrição em uma das modalidades.

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As provas seriam aplicadas nos dias 1º de 8 de novembro de 2020, na modalidade impressa, e 11 e 18 de outubro na versão digitalizada. Contudo, diante do cenário de pandemia, o Ministério da Educação alterou as datas

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Ao todo, 5,7 milhões de brasileiros se inscreveram para realizar as provas. 

Morte por Covid-19

Em meio ao cenário de discussão sobre um possível adiamento das provas do Enem, o diretor do Inep, Carlos Roberto de Pinto Souza, morreu vítima do coronavírus na última segunda-feira (11). Apesar de lamentar a morte do amigo, Ribeiro disse que a vida “não pode parar”.

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