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Auxílio Emergencial: Guedes sinaliza decisão final e arrebatadora sobre prorrogação do benefício em 2021

Benefício começou a ser pago em abril de 2020 e atingiu 68 milhões de brasileiros nesta pandemia.

Agência Brasil

Com o calendário de pagamentos concluído no final do ano passado, o Auxílio Emergencial vivencia um cenário de total indefinição quanto ao seu futuro. Milhares de brasileiros aguardam ansiosamente por uma nova extensão do programa que tirou muitas famílias da baixa pobreza por vários meses de 2020.

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Entre os parlamentares, já há uma movimentação com projetos sendo protocolados pedindo a prorrogação do estado de calamidade pública, bem como o Auxílio Emergencial, mas por outro lado, o governo tem se mostrado irredutível na decisão de retornar com o programa.

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, vem tratando como positiva a não aprovação do Orçamento de 2021 pelo Congresso, o que impõe uma trava para as despesas do governo. 

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Diante dessa limitação, a ala econômica afirma em não trabalhar com a possibilidade de efetuar novos pagamentos do programa Auxílio Emergencial. Para o responsável pela pasta, o cenário atual permite apenas para que seja discutida uma reformulação do Bolsa Família dentro do Orçamento já previsto para 2021. 

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Logo após as eleições no Congresso, é prevista a chegada de mudanças mais amplas. A área econômica quer retornar com a discussão de unificar programas sociais, ideia que já foi vetada pelo presidente Jair Bolsonaro. 

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Pressão

Nos bastidores, senadores e deputados pressionam para que o benefício que ajudou 68 milhões de pessoas no ano passado seja continuado. Alguns projetos de lei já foram apresentados, mas correm o risco de sequer serem pautados na Casa, que segue em recesso após as festividades do final do ano.

No momento, a Caixa Econômica Federal vem realizando apenas a liberação dos saques e transferências referentes às últimas cotas pagas do programa. O calendário vai até o dia 27 de janeiro.

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