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Auxílio Emergencial: prorrogação do benefício em 2021 é defendida, e parlamentares articulam convocação urgente

Programa segue com futuro indefinido para 2021. No momento, apenas o cronograma de saques e transferência vem sendo cumprido.

Agência Brasil

Diante do quadro ainda delicado da pandemia em solo nacional, os parlamentares estão articulando um regresso urgente das atividades no Congresso Nacional, e o principal objetivo é colocar a possível prorrogação do Auxílio Emergencial em discussão. O programa, criado pelo governo em abril do ano passado, foi um alento para os brasileiros nos últimos meses, e teve cronograma encerrado na última semana. 

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De acordo com informações do jornal Correio Braziliense, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) apresentou um requerimento de uma convocação extraordinária que já está circulando na Câmara dos Deputados e no Senado.

No documento em questão, um dos pontos citados pelo parlamentar é o pedido para estender o estado de calamidade pública que possibilitaria a continuidade do Auxílio Emergencial em 2021. 

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A proposta de Alessandro Vieira já conta com apoio de alguns parlamentares, principalmente diante da situação conturbada acerca da pandemia do coronavírus no Brasil, onde uma solução ainda se mostra distante, principalmente pelo atraso na campanha de vacinação. Vieira propõe uma extensão do programa por mais três meses. 

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Manifestou interesse

Representante de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados, o parlamentar Baleia Rossi, do MDB, disse em coletiva nesta semana, que se eleito, defenderá a volta do Auxílio Emergencial ou um aumento no programa Bolsa Família. “Precisamos buscar uma solução. Ou aumentando o Bolsa Família ou buscando novamente o Auxílio Emergencial para os mais vulneráveis”, afirmou Baleia Rossi. 

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Em conversa com apoiadores na última quinta-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro ironizou a possibilidade do benefício ser estendido mais uma vez. Segundo o chefe do Executivo, nenhum brasileiro vai querer trabalhar se o programa continuar pagando “R$ 5 mil por mês”.

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