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Médico Lécio Patrocínio, que defendia a eficácia da cloroquina, morre vítima da Covid-19

Lécio tinha 68 anos, era professor de medicina e defendia a eficácia da cloroquina contra o coronavírus.

Estado de Minas

Lécio Patrocínio, de 68 anos, médico que defendia o uso da Cloroquina e criticava a OMS (Organização Mundial de Saúde), morreu vítima de Covid-19 no último sábado (2). Bolsonarista, o doutor acreditava na eficácia do medicamento contra o coronavírus.

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O médico teve complicações, devido a uma pneumonia. Lécio ficou internado 30 dias em Macaé, sendo transferido para o Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro, há cerca de três semanas, onde veio a óbito. O doutor era professor do curso de Medicina no campus Macaé. 

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) soltou uma nota, lamentando a morte do médico. “A Reitoria da UFRJ lamenta a morte do professor e presta sinceras condolências à família, aos amigos e à comunidade acadêmica macaense. Transmitimos força neste momento de pesar, nos primeiros dias de 2021”. 

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Welberth Rezende, prefeito de Macaé, comentou em suas redes sociais sobre o falecimento do professor de medicina e médico. O político disse que a medicina perdeu um grande ser humano e profissional da saúde, que há décadas dedicava sua vida a prestar serviços à saúde da população de Macaé. Cardiologista renomado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), deixa muitos ensinamentos para os futuros médicos. 

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De acordo com a UFRJ, Lécio fez seu papel atuando como coordenador da Comissão de Convênios Institucionais e também coordenando a disciplina de Cardiologia. Em diferentes períodos, o docente esteve à frente de outras disciplinas durante sua carreira. Ele comandou a área de Clínica Médica do internato, Saúde do Adulto, e da Propedêutica Médica.

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Escrito por Valeria Soares

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