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Ex-marido de juíza assassinada na frente das filhas com 16 facadas jogou tênis de praia horas antes do crime

Testemunhas afirmam que Paulo José Arronenzi aparentava estar tranquilo durante a partida.

UOL | Divulgação

Novas informações sobre o crime bárbaro contra a juíza Viviane Vieira do Amaral vêm sendo divulgadas. A magistrada foi assassinada com 16 facadas, 10 delas no rosto, pelo ex-marido, o engenheiro Paulo José Arronenzi. O crime brutal foi cometido na frente das três filhas do ex-casal no último dia 24 de dezembro, véspera de Natal.

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Viviane levava as filhas para passar a data com o ex quando foi surpreendida pelas agressões. A magistrada veio a óbito no local. De acordo com testemunhas que estiveram presentes na cena do crime, as filhas do ex-casal chegaram a implorar para que o pai parasse com os ataques.

Guardas municipais que atenderam a ocorrência afirmaram que Paulo José não esboçou sinal de arrependimento e não tentou fugir do local. Segundo o site UOL, horas antes do crime, no último dia 24 de dezembro, o engenheiro esteve na praia de Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, jogando tênis com alguns amigos.

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De acordo com testemunhas que interagiram com o engenheiro, ele estava “bastante tranquilo e calmo” e se despediu desejando “Feliz Natal” a todos. Horas mais tarde, Paulo José assassinou a ex-mulher na frente das filhas e foi preso em flagrante na cena do crime. Ainda segundo o depoimento de amigos, Paulo nunca havia apresentado comportamento agressivo.

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O engenheiro era descrito como uma pessoa “tranquila” e “sociável” por amigos próximos. Um dos amigos ainda afirmou que Paulo teria o apelido de “Risadinha”, já que estava sempre sorridente e de bom humor. De acordo com as investigações da polícia, o assassinato da juíza teria sido premeditado.

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