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Auxílio Emergencial: colunista traz revelações e decisão do governo sobre possível extensão do benefício

Benefício começou a ser pago em abril e atingiu quase 68 milhões de brasileiros nesta pandemia.

Agência Brasil

O Auxílio Emergencial foi uma “válvula de escape” para impulsionar a economia nacional e ajudou milhares de brasileiros nos últimos meses diante do cenário de crise impactado por conta da pandemia do coronavírus. Com o término do seu cronograma de pagamentos, o programa segue com futuro incerto, e milhares de brasileiros ainda aguardam esperançosos acerca de uma possível manutenção do benefício.

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A situação, no entanto, não é favorável. Embora haja dois projetos de lei, que foram protocolados no Congresso, pedindo a extensão do programa, o governo federal se mostra irredutível na decisão de finalizar o programa. 

De acordo com informações do colunista Valdo Cruz, do G1, aliados do presidente Jair Bolsonaro pressionam o chefe do Executivo pela renovação do benefício, contudo, os assessores presidenciais classificam que o programa cumpriu o seu papel diante do cenário de pandemia, e não faz mais sentido renová-lo nos mesmos moldes em que foi fixo no ano passado. 

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Alternativa

Os defensores da não continuidade do programa destacam que boa parte das pessoas contempladas com o benefício já conseguiu retornar ao mercado de trabalho. Com isso, este grupo avalia que o que pode ser feito é a busca por alternativas. Uma delas poderia ser pagar um benefício para pessoas que continuam em situação de vulnerabilidade, sem ter nenhum tipo de renda. 

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Segundo os assessores presidenciais, este contingente de pessoas poderiam ser inclusas no programa Bolsa Família, que paga até R$ 190 para cerca de 14 milhões de famílias brasileiras.

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O próprio presidente Jair Bolsonaro já sinalizou que existe essa possibilidade, bem como ampliar os valores pagos aos beneficiários. O chefe do Executivo já deixou claro ser inviável a continuidade do Auxílio Emergencial, por conta dos altos gastos com o programa, que ultrapassaram a casa dos R$ 320 bilhões.

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