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Auxílio Emergencial: calendário de saques do benefício em 2021 começa hoje (4); quem vai receber?

Cronograma de saques e transferências ficará disponível até o dia 27 de janeiro.

Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal (CEF) inicia nesta segunda-feira (04), o cronograma de 10 datas onde disponibilizará os saques do programa Auxílio Emergencial. Ao longo do mês de janeiro, tendo como base o mês de nascimento dos beneficiários, o banco estatal fará a liberação do montante de R$ 300 para saques em espécie, bem como transferência do dinheiro para outras contas, através do aplicativo Caixa Tem. 

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Os pagamentos em depósito na poupança digital e para milhares de beneficiários do Bolsa Família foram concluídos no final do ano passado. Até o momento, o cenário segue indefinido acerca da continuidade do programa em 2021. Ao todo, foram nove parcelas pagas, representando gastos bilionários aos cofres públicos. 

Nesta segunda-feira (4), beneficiários nascidos em março poderão movimentar o dinheiro ou realizar o saque do montante em agências da Caixa e Casas Lotéricas e correspondentes. Já na quarta-feira (6) será a vez dos beneficiários nascidos em abril. O calendário de liberação de saques vai até o dia 27 de janeiro. Confira abaixo o cronograma. 

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Os saques do benefício ficarão disponíveis na segunda, quarta e sexta-feira. Diferentemente do cronograma anterior, a Caixa não abrirá suas agências aos sábados ou domingos. 

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Vai prorrogar? 

O futuro do Auxílio Emergencial segue incerto. Nas últimas semanas de 2020, dois projetos de lei foram protocolados no Congresso, solicitando a extensão do benefício. O primeiro pede que o programa continue até o dia 31 de março, mantendo as parcelas de R$ 300, enquanto o outro propõe calendário até o meio do ano, com parcelas fixas de R$ 600 – valor inicial do benefício. 

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Ambos os projetos ainda nem sequer entraram na pauta do Congresso para serem votados, e correm risco de nem serem listados na casa.

Em declarações recentes, o presidente Jair Bolsonaro já manifestou que não tem pretensão de continuar com o Auxílio Emergencial por mais tempo, justificando os altos gastos tido com o programa, que contemplou ao longo da pandemia quase 68 milhões de brasileiros.

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