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Auxílio Emergencial: Bolsonaro toma decisão arrebatadora sobre prorrogação do benefício em 2021

Benefício tirou milhares de brasileiros da extrema pobreza ao longo do ano conturbado.

Agência Brasil - Caixa

Antes de anunciar o novo valor para o salário mínimo para o próximo ano, o presidente Jair Bolsonaro confirmou na tarde da última quarta-feira (30), que o Auxílio Emergencial não será continuado em 2021. Apesar da grande expectativa dos brasileiros que ainda alimentavam a esperança de que o programa pudesse ser novamente estendido, o chefe do Executivo falou o que o país “chegou ao limite”.

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Em vídeo gravado e divulgado nas redes, Bolsonaro aparece passeando pela Praia Grande, litoral paulista, e aborda o tema, pedindo para que os brasileiros “toquem a vida”. 

 ‘Sei que muitos cobram, querem coisa melhor e alguns esquecem até que estamos terminando um ano atípico, onde nós nos endividamos em R$ 700 bilhões para conter a pandemia, [para] dar o auxílio emergencial para quem perdeu tudo. Os informais, em grande parte, perderam tudo, a renda foi a zero. Querem que a gente renove [o auxílio emergencial], mas a nossa capacidade de endividamento chegou ao limite’, afirmou o chefe do Executivo a um integrante da sua comitiva. 

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Últimos pagamentos

O cronograma de depósito em poupança social digital no Caixa Tem acabou na última terça-feira (29), com o pagamento da última cota de R$ 300, feito para mais de 3 milhões de brasileiros. O calendário de saques e transferências foi estendido até o final de janeiro de 2021. 

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No Congresso Nacional, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) chegou a protocolar um Projeto de Lei para a extensão do Auxílio Emergencial até o dia 31 de março. Apesar de protocolado, e existir um movimento favorável à nova prorrogação do benefício, o PL pode sequer entrar nas pautas de votação da casa.

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Apelo do presidente

Ainda no vídeo, Bolsonaro disse que está torcendo para que tudo volte ao normal e apelou para que os governadores não fecharem tudo, discursando novamente contra as medidas mais rígidas para combater a pandemia. Durante o seu passeio na praia, o chefe do Executivo causou aglomerações, abraçou crianças e idosos, que manifestam apoio ao seu governo. 

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