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Bolsonaro causa impacto e anuncia novo valor do salário mínimo para 2021

Presidente fez anúncio no final da tarde desta quarta-feira (30), por meio de suas redes sociais.

Flickr Alan Santos

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou através de suas redes sociais nesta quarta-feira (30), que o salário mínimo será de R$ 1.100 no próximo ano. De acordo com o chefe do Executivo, o valor constará de uma Medida Provisória (MP), que será publicada no “Diário Oficial da União”.

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O valor do salário mínimo no momento é de R$ 1.045, o que representa um aumento de pouco mais de 5%. Reajuste este que deve vigorar a partir do dia 1º de janeiro.

Todas as medidas provisórias passam a valer quando são publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Contudo, elas precisam de uma aprovação do Congresso Nacional para se tornar leis de forma definitiva.

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“Assinarei ainda hoje MP que eleva o salário mínimo para R$ 1.100,00 (mil e cem reais), com vigência a partir de 1º de janeiro de 2021. É um aumento de 5,26% em relação ao valor atual (R$ 1.045)”, afirmou Bolsonaro em suas redes sociais.

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Outra alteração

No dia 15 de dezembro, o governo baseado na proposta de alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias, enviou o valor de R$ 1.088 como base para o salário mínimo do próximo ano. 

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Nesta proposta, o valor já havia subido R$ 21 em função do aumento da inflação nos últimos meses. As cifras anteriores previam R$ 1.067 para 2021.

A ascensão da inflação culminou em uma ação da ala econômica do governo que aumentou a previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor para o valor do salário mínimo ser corrigido, como determina a Constituição. Nos últimos meses, os alimentos foram responsáveis por “puxar a fila” dos índices de inflação em solo nacional.

Auxílio Emergencial

Alternativa importante para reaquecer e movimentar a economia, bem como um alento para milhares de brasileiros em tempos de crise, o programa criado pelo governo federal teve a sua última data de pagamento em poupança digital na última terça-feira (29).

Para alguns grupos, saques e transferências ficarão disponíveis até o próximo ano. Apesar da movimentação de alguns parlamentares, o governo federal já sinalizou algumas vezes que não tem a pretensão de dar continuidade ao benefício, que contemplou quase 70 milhões de brasileiros. Cenário este, que preocupa especialistas da economia.

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