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Filho de médico que adiou aposentadoria para tratar pacientes com Covid desabafa: ‘Morreu fazendo o que amava’

Profissional da saúde resolver não se aposentar na época em que Covid-19 eclodiu nos Estados Unidos.

G1

A pandemia do coronavírus assolou milhares de pessoas pelo mundo de forma avassaladora. Responsáveis por atuar na linha de frente no combate ao vírus, os profissionais de saúde se prontificam a ajudar o próximo, mesmo sabendo do alto índice de risco de uma infecção, que pode ser fatal. 

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No primeiro semestre do ano, a história do médico James Mahoney comoveu o mundo. Profissional da cidade em Nova York, ele decidiu adiar sua aposentadoria para ajudar milhares de pacientes, quando a Covid-19 estava eclodindo nos Estados Unidos.

País mais afetado pela pandemia em escala mundial, os Estados Unidos computa mais de 18 milhões de casos de infecções e 325 mil mortes em decorrência da Covid-19.

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Vocação

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Podendo se afastar das suas atividades já pelo tempo expressivo de trabalhos prestados à saúde, Mahoney, de 62 anos, decidiu como outrora, se entregar de corpo e alma para auxiliar o próximo. Ele acabou morrendo dias depois de ser infectado com o coronavírus, contraído em seu exercício diário na saúde. 

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“Essa era sua vocação, ele adorava cuidar das pessoas”,
disse Ryan, filho de Mahoney. “Ele morreu fazendo o que amava. Eu tenho paz em saber disso.” 

Ryan disse, em entrevista à rede ABC, que foi justamente pelo pai, que decidiu estudar medicina, e seguir a vocação do seu genitor, um herói para ele e muitos pacientes.

Preocupação

Ainda na reportagem, a ABC ouviu Stephania, filha do médico nova-iorquino. Segundo ela, o pai sempre colocava a vida dos pacientes acima da sua própria. 

Mesmo em isolamento, após contrair o coronavírus, Mahoney fazia questão de acalmar os familiares, e mostrar preocupação com os mesmos.

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