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Mãe de bebê que dorme há um ano e meio sonha em escutar o chorinho da filha: ‘Quero ver os olhinhos, ouvir seu choro’

A mãe das gêmeas relatou o drama que viveu com as duas filhas desde o nascimento das pequenas.

UOL/Montagem

O caso das bebês gêmeas que nasceram no dia 13 de maio de 2019 ainda é um grande mistério para os médicos. As pequenas Ana Júlia e Ana Sofia não choraram no momento do nascimento e sequer tiveram qualquer outro tipo de reação comum ao recém-nascido.
Elas não abriram os olhos e desde o nascimento passavam o tempo todo dormindo. Elas não apresentavam nenhum reflexo de dor ou se mexiam. Vários exames foram realizados durante meses, por diversos profissionais de saúde, e nenhum conseguiu chegar a um diagnóstico.  

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A mãe das meninas contou que os médicos afirmaram que as filhas estão num sono profundo, um coma desde que nasceram. Infelizmente, a pequena Ana Júlia teve complicações em seu quadro e morreu aos oito meses. Já a irmã Ana Sofia continua internada na UTI.

Luana Tintiliana, a mãe das meninas, disse que o pai das filhas nunca deu apoio e ela, que contou somente com a ajuda da mãe. Aos três meses de gestação, ela teve um problema e precisou ser submetida a um procedimento cirúrgico devido a um apendicite.

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Por causa da cirurgia e outras questões a gestação se tornou de alto risco e a jovem teve que fazer repouso. Ela trabalhava como secretária, mas precisou pedir demissão do emprego e ressaltou que foi um período bem complicado.

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Quando as meninas nasceram a mãe disse que não conseguia entender o motivo das filhas serem daquele jeito e tinha receio que ficassem assim para sempre. A jovem diz que não tem mais esperanças da parte da medicina, pois os profissionais já ressaltaram que, mesmo descobrindo qual é a doença, provavelmente não vai beneficiar a criança, mas apenas às que nasçam no mesmo tipo de circunstância. Mas ela afirma que acredita em Deus e tem fé que pode curar a sua filha.

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Ana Sofia atualmente está sedada na UTI, bastante debilitada, continua dormindo e precisa de aparelhos para respirar. “Meu sonho é ela ser curada, quero que ela acorde desse sono, quero ver os olhinhos dela, quero ouvir o choro e poder leva-la para casa”, desabafou a mulher. Infelizmente, a doença que acometeu as gêmeas ainda é considerada um mistério para os profissionais de saúde.

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Escrito por Shyrlene Souza

Redatora na web desde 2016, formada em ciências contábeis, apaixonada pela redação desde criança. Escrevo sobre assuntos diversos, famosos, maternidade e notícias que se destacam no Brasil e no mundo.