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Auxílio Emergencial: governo dá novo prazo importante para beneficiários e detalhes são revelados

Benefício começou a ser pago no mês de abril e até o momento tem cenário incerto para 2021.

Agência Brasil

Alento dos brasileiros em tempos de pandemia, o Auxílio Emergencial já contemplou quase 68 milhões de brasileiros. Prorrogado até o final deste mês, o programa não deve ter continuidade no próximo ano, como vem sendo sinalizado pelo governo. O benefício, inclusive, já vem sendo cortado de alguns brasileiros por ilegibilidade. Para este grupo que teve o programa cancelado na extensão, o Governo Federal deu um novo prazo para a contestação. 

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Quem teve o benefício original ou prorrogação bloqueada ou cancelada terá até o dia 26 de dezembro, dependendo de qual seja o seu caso para solicitar a contestação junto ao Dataprev.

Segundo o Ministério da Cidadania, a negativa que impacta na suspensão do pagamento pode se dar por conta de uma divergência entre a real situação da pessoa e a base de dados do governo federal, que pode ter sido não atualizada.

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Como contestar?

A única forma que fazer a contestação para recuperar o direito de recebimento do Auxílio Emergencial é pelo site do Dataprev.

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  • Para quem teve a extensão do auxílio emergencial cancelado – o prazo vai da sexta-feira (11) ao dia 20 de dezembro. 
  •  Para quem teve o auxílio emergencial original (de R$ 600 ou R$ 1.200) cancelado – o prazo para contestar a decisão vai da sexta-feira (11) ao dia 20 de dezembro.
  • Para quem foi considerado inelegível para receber a extensão do benefício – o prazo vai do dia 17 até o dia 26 dezembro.

Prorroga ou não?

Até o momento, o cenário de uma nova prorrogação do Auxílio Emergencial é incerto. Embora tenha sinalizado que o governo poderia continuar os pagamentos caso o país vivenciasse uma segunda onda de infecções da Covid-19, o ministro Paulo Guedes voltou atrás no discurso, e nesta semana classificou como improvável a possibilidade de continuar com o programa no próximo ano.

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O próprio presidente Bolsonaro disse recentemente que, perpetuar benefícios é o “caminho para o insucesso”. Mesmo diante deste cenário, milhares de brasileiros aguardam com expectativa para saber se terão direito ou não de continuar recebendo o benefício em 2021.

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