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Segurança preso pela morte de João Alberto no Carrefour dá depoimento revelador sobre o caso

Mais de 40 pessoas já foram ouvidas nas investigações da Polícia Civil sobre o caso.

Reprodução - TV Globo

Um dos acusados na morte de João Alberto Silveira de Freitas, de 40 anos, no Carrefour, o PM Giovane Gaspar da Silva, de 24 anos, prestou depoimento à polícia nesta sexta-feira (27), em mais um passo das investigações para solucionar o caso.

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Segundo o policial temporário, que atuava como segurança pela primeira vez naquela noite, não houve discussão antes das agressões na parte do estacionamento do supermercado. Ainda no depoimento, Giovane disse que a intenção ao agredir a vítima era fazer com que se obtivesse a imobilização de João Alberto, que tinha dado um soco nele, e não matá-lo.

Giovane disse que João Alberto se dirigiu sozinho ao estacionamento e o seguiu. Nas imagens de câmeras de segurança é possível ver Giovane e Magno Borges Braz, de 30 anos, acompanhando a vítima. 

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Na chegada ao estacionamento, João Alberto deu um soco em Giovane, que no depoimento disse que agiu para conter a vítima, que segundo ele ficou “extremamente agressivo”. E negou que tivesse tido a intenção de matar. 

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Silêncio inicial

Preso em flagrante com Magno, Giovane adotou silêncio no primeiro depoimento, e somente nesta sexta-feira (27) deu um longo esclarecimento apresentando a sua versão dos fatos, ficando por quatro horas na prisão militar onde está desde o dia do crime. 

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Após o depoimento do acusado, a Polícia Civil realizou uma coletiva e informou que todas as informações dadas por Giovane serão apuradas.

No depoimento, Giovane disse que na noite do crime, ele foi acionado pelo rádio interno do supermercado para comparecer ao caixa 25 em uma ajuda solicitada.

Em sua chegada, o PM temporário disse ter encontrado João Alberto “olhando de uma forma um tanto braba pra uma das fiscais”.

“Perguntou se estava tudo bem. A vítima respondeu que estava tranquilo e saiu”, cita a delegada responsável pelo caso. “Como não sabia o que tinha se passado, resolveu ir atrás”, relata. 

Além de Magno e Giovane, outra funcionária do Carrefour foi presa nesta semana, trata-se da agente de fiscalização da loja, Adriana Alves Dutra, de 51 anos. A Polícia Civil acredita que ela poderia ter impedido a continuidade das agressões contra João Alberto. 

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