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Mãe carrega filha morta na barriga por 10 semanas para salvar irmã: ‘Foi uma tortura’

Ela foi informada na vigésima quinta semana de gestação que sofria de síndrome da transfusão de gêmeos.

Pais&Filhos

O relato comovente de uma mãe para salvar a filha ainda na barriga é realmente de partir o coração. A mulher precisou carregar o filho morto dentro do seu útero por 10 semanas. Tudo para poder salvar a vida da irmãzinha gêmea que ainda continuava se desenvolvendo na barriga da mãe.

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A mãe Florence Plant ficou sabendo na vigésima quinta semana gestacional que sofria de TTTS, que é uma síndrome de transfusão de gêmeos, uma condição em que os fetos recebem quantidades diferentes de suprimento de sangue pela placenta. Assim que ficou sabendo do diagnóstico, a mãe foi avisada da condição dos bebês.

Ela sabia que iria precisar fazer uma escolha bem difícil, ou interromperia a gestação, ou continuaria carregando as duas crianças com a expectativa de que pelo menos a maior pudesse sobreviver. Durante uma entrevista concedida ao The Sun, Florence disse que a sensação de estar carregando vida e morte na barriga era algo agonizante.

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A americana que é mamãe de primeira viagem contou que ficou desolada quando ficou sabendo que perderia um dos filhos. “Eles disseram que era praticamente um jogo de espera até que Hettie também morresse. Eu realmente não consegui ver a luz no fim do túnel depois disso. Eu sabia que queria continuar com a gravidez, no entanto, meu médico disse que nunca tinha visto um gêmeo sobreviver em casos assim”, explicou a mulher.

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A americana contou que saber que teve que carregar um bebê sem vida por 10 semanas foi algo que mexeu muito com sua cabeça mentalmente. Ela conta que a situação a assombrava o tempo inteiro e que foi realmente uma tortura. Porém, ela resolveu encarar a situação para tentar dar a Hettie uma chance de vida.

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Apesar de não ter sido nada fácil o processo, a mãe teve um final feliz e a filha nasceu saudável e bem. Agora, ela está prestes a completar seu primeiro ano de vida, algo que nem mesmo os médicos podiam prever.

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Escrito por Shyrlene Souza

Redatora na web desde 2016, formada em ciências contábeis, apaixonada pela redação desde criança. Escrevo sobre assuntos diversos, famosos, maternidade e notícias que se destacam no Brasil e no mundo.