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Carrefour tem ‘motivos pra sorrir’ mesmo diante de morte em loja, protestos e quebra-quebra; cenário revolta

Rede de supermercados tem se envolvido em vários episódios polêmicos nos últimos anos.

UOL | Divulgação | Montagem Ingrid Machado

O caso de morte de um homem negro nas dependências de uma unidade do supermercado Carrefour, em Porto Alegre, tem gerado uma forte repercussão e revolta nos brasileiros. Na última sexta-feira (20), diversas lojas da rede espalhadas por capitais do país foram alvos de protestos e quebra-quebra. 

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Apesar de todo o cenário de revolta, críticas e ameaça de boicote, a empresa não teve o que lamentar no fechamento do último pregão na Bolsa de Valores. Na 3B, as ações da varejista passaram o dia no campo positivo, e ainda fecharam em alta de 0,49%.

A situação de crescimento ou ao menos normalidade, no entanto, não é garantida para os próximos dias, tendo em vista que os protestos nas redes sociais e campanhas por boicote à empresa seguem crescendo.

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Reincidência

Nos últimos anos, unidades de rede Carrefour têm protagonizado várias polêmicas, que impactou ainda mais no volume de revolta após o caso de espancamento até a morte de João Alberto Silveira Freitas.

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Há cerca de três meses, uma loja da rede no Recife, continuou trabalhando normalmente após um homem sofrer um ataque cardíaco, e morreu nas dependências do estabelecimento. O corpo dele foi coberto por guarda-sóis abertos.

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Em 2018, um segurança matou uma cadela vira-lata em uma unidade em Osasco, na Grande São Paulo. O caso de maus tratos ao animal causou forte revolta na opinião pública.

Neste sábado (21), a rede de supermercados afirmou que fará um reforço nas orientações aos funcionários sobre suas normas de conduta. Todas as vendas realizadas hoje serão destinadas para projetos de antirracismo. A unidade onde o episódio ocorreu não trabalhou na última sexta, e foi alvo de manifestantes no dia de ontem (20).

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