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Auxílio Emergencial, nova prorrogação do benefício até 2021 é solicitada e detalhes vem à tona: ‘mais 3 meses’

Benefício começou a ser pago em abril e já atingiu quase 68 milhões de brasileiros nesta pandemia.

Agência Brasil

Alento dos brasileiros em tempos de crise por conta da pandemia do coronavírus, o Auxílio Emergencial já atendeu mais de 67 milhões de pessoas desde abril. O benefício, que contou com duas prorrogações desde a sua criação, será vigente até o mês dezembro. Contudo, com a proximidade do prazo, milhares de beneficiários aguardam com a expectativa a possibilidade do programa ser novamente entendido.

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A principal esperança para uma nova prorrogação do Auxílio Emergencial se deve ao fato do Governo Federal se deparar com dificuldades para financiar o Renda Cidadã, programa social que substituirá o Bolsa Família.

Neste cenário de indefinição, parlamentares estão apoiando a ideia de prorrogar o decreto de estado de calamidade, vigente até o dia 31 dezembro, por mais alguns meses. A medida possibilitaria uma nova prorrogação do Auxílio de R$ 300 em 2021. 

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Está não é a primeira vez que o tema sobre a discussão de ampliação estado de calamidade é debatido. No começo de outubro, a comissão mista discutiu o assunto. Apesar do Governo Federal se mostrar contrário, a aceitação de esticar o plano tem aumentado entre os congressistas.

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Dois ou três meses

Integrante da base aliada e a comissão da reforma tributária, o vice-líder do PSD no Senado, Vanderlan Cardoso (GO), se mostrou favorável à ampliação do decreto do estado de calamidade.

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De acordo com o vice-líder do PSD no Senado, Vanderlan Cardoso (GO): “Eu acredito que vai se estender por pelo menos mais dois ou três meses, pelo menos no início do ano. Essa pandemia até o fim do ano não vai diminuir assim, e o decreto é o caminho”.

Posição do governo

Apesar desta movimentação entre parlamentares, o Governo Federal já frisou algumas vezes que não tem pretensões de estender o benefício por mais tempo. Recentemente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, rechaçou a possibilidade de esticar o decreto de calamidade. A opinião do responsável pela pasta também foi compartilhada com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

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