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Auxílio Emergencial: chances de nova prorrogação até 2021 crescem e motivo é revelado

Benefício já contemplou quase 68 milhões de brasileiros desde a sua criação.

Agência Brasil

Alento dos brasileiros no tempo de crise por conta da pandemia do coronavírus, o Auxílio Emergencial foi responsável por aquecer a economia nos últimos meses. No entanto, o programa que foi criado pelo Governo Federal no início da pandemia tem apenas mais dois meses de duração, e o cenário de indefinição pós-benefício começa a imperar.

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Oficialmente, o governo já deixou bem claro que os pagamentos só irão até dezembro, descartando assim a possibilidade de uma nova extensão. Contudo, em extensões anteriores, Jair Bolsonaro e sua equipe econômica liderada por Paulo Guedes, cravavam que o benefício não seria prolongado, mas em duas oportunidades a continuidade do programa foi confirmada.

De acordo com especialistas consultados pelo InfoMoney, são grandes as chances do Governo Federal estender novamente o Auxílio Emergencial. O motivo: falta de espaço na agenda legislativa para ser discutido o programa Renda Cidadã, que vem com o objetivo de substituir o Bolsa Família, a partir do próximo ano.

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No questionário levantado pela InfoMoney, 66% dos analistas consultados classificaram como baixas as chances do governo de Jair Bolsonaro conseguir aprovar o novo programa no Congresso Nacional ainda neste ano. O que paralelamente amplia a possibilidade do governo seguir com o Auxílio por mais meses.

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Eleições esfriaram

Sofrendo com entraves desde o anúncio em que seria criado, o Renda Cidadã viu o período eleitoral como mais um agravante para ter o lançamento prejudicado. As eleições municipais marcadas para o mês de novembro impactaram no ritmo de trabalho do parlamento. Além disso, as disputas pelas presidências das duas casas legislativas, bem como uma pauta cheia de emendas a serem votadas, esfriam de vez a possibilidade do programa social ser votado ainda em 2020.

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