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Governo inicia pagamento de nova modalidade do Auxílio Emergencial; espaço para fraudes preocupa

Benefício contemplará várias classes, no entanto, utilização não deve ser expressiva.

Agência Brasil

Após alguns meses de espera dos artistas, o governo federal enfim iniciará o pagamento do Auxílio Emergencial para a classe artística. De acordo com informações do UOL, serão cerca de R$ 797 milhões separados para esse grupo, no entanto há muitas dúvidas sobre a sua utilidade.

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O montante pode ser pouco usada, bem como corre o risco de fraudes, uma vez que para se declarar artista e receber o benefício, não precisa comprovar “ao pé da letra” que exerce a atividade.

Os critérios de seleção para o Auxílio Emergencial de artistas segue praticamente a mesma linha de requisitos do modelo tradicional, e não será possível acumular os dois. Neste cenário, grande parte das pessoas que poderiam ganhar a ajuda já deve ter recebido parcelas do modelo tradicional, com isso sobrará pouca gente para receber, e a verba pode ser utilizada para outro fim. 

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Números

Segundo o UOL, os R$ 797 milhões destinados ao Auxílio para artista seria suficiente para pagar cinco parcelas de R$ 600 para mais de 265 mil pessoas. 

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Para ter direito ao benefício determinado pela Lei Aldir Blanc, basta o trabalhador comprovar que trabalha no setor cultural com uma simples autodeclaração, o que pode facilitar as fraudes. Além disso, a lei abre um leque expressivo para agregar os trabalhadores do ramo cultural. Assim, vendedores ambulantes em eventos de rua podem ser atendidos. 

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Ao que tudo indica, cada estado deve adotar cinco parcelas para cada beneficiário no valor de R$ 600. Os critérios para ter o Auxílio Emergencial do setor cultural liberado segue o mesmo padrão do modelo tradicional, com renda familiar per capita de até meio salário mínimo R$ 522,50, ou rendimentos tributáveis até 2018 que não tenham ultrapassado a casa dos R$ 28.559,70. 

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