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Marcos Pontes bate no peito e aponta remédio ‘solução’ para conter coronavírus: ‘Para uso nos já infectados’

Ex-astronauta é o ministro de Ciência e Tecnologia e Inovação do governo de Jair Bolsonaro.

Montagem: Rede Globo / UOL

Desde a manhã desta terça-feira, o Brasil voltou aos holofotes mundiais após o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação do governo Bolsonaro, Marcos Pontes, garantir que um dos remédios que estavam na lista de observação da pasta possui eficiência no combate ao coronavírus.

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Apesar da informação ter sido cravada pelo ex-astronauta, nenhum dado comprovando a suposta eficiência do vermífugo Annita foi apresentado por qualquer integrante do governo.

A afirmação de Pontes é a de que o Annita tem poder de reduzir a carga viral de coronavírus, enfraquecendo os efeitos colaterais do mesmo, que são intensificados justamente quando a carga viral do portal é maior.

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Tão logo o pronunciamento do ministro foi feito, a mídia nacional deu ampla cobertura ao caso e a matéria já começou a ganhar enorme proporção. Pontes, meses atrás, já havia informado que o Annita estava em observação e estudos e já sinalizava que a medicação poderia ter eficiência no tratamento do vírus.

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Ao falar sobre o remédio, Marcos Pontes ainda defendeu citando a acessibilidade do mesmo: “Vantagens do medicamento: é de baixo custo, não tem efeitos colaterais sérios. Mas não é utilizado para fazer prevenção e não tem medida profilática. O uso é só depois que a pessoa já foi infectada com o vírus.”

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O problema geral apresentado pelas declarações do ministro foram justamente a falta de dados que apontassem a tal eficiência na redução da carga viral. Ele ainda acrescentou que ‘seu trabalho nesse sentido foi feito’ e que a sequência dos estudos e aval seria com o Ministério da Saúde.

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Escrito por Evandro

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