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Auxílio Emergencial: Bolsonaro volta a falar sobre possível prorrogação até 2021 e dá cartada final

Benefício teve sua última prorrogação anunciada pelo governo federal no início de setembro.

Facebook Jair Bolsonaro / Caixa

Alento dos brasileiros em tempos de crise instaurada em função da pandemia do coronavírus, o Auxílio Emergencial teve a sua última prorrogação anunciada no início de setembro, pelo Governo Federal.

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Diante de um cenário de indefinição acerca da aprovação de um novo programa social, alguns rumores surgiram de uma possível extensão do programa até o próximo ano, com os Congressistas, inclusive, sinalizando positivamente.

Dentro do Governo, no entanto, o posicionamento é totalmente contra a renovação do estado de calamidade, o que possibilitaria uma nova prorrogação do Auxílio Emergencial. Depois do ministro Paulo Guedes falar sobre o assunto, o presidente Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira (19) aos seus apoiadores, no Palácio da Alvorada, que é praticamente inviável prorrogar o benefício mais uma vez. 

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“Eu sei que os R$ 600 é pouco para quem recebe, mas é muito pro Brasil, são R$ 50 bilhões por mês, e tem que ter responsabilidade para usar a caneta Bic. Não dá para ficar muito tempo mais com esse auxílio porque realmente esse endividamento é monstruoso, mas o Brasil está saindo da crise, pelo que os números estão mostrando o Brasil está saindo da crise”, afirmou o presidente. 

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Até dezembro

Nesta nova fase do Auxílio Emergencial, não só as parcelas sofreram redução de 50%, como também nem todos os beneficiários terão o mesmo volume de quatro, uma vez que o governo federal pagará o programa até o mês de dezembro. Com isso, somente brasileiros que integram o Bolsa Família e, que tiveram a primeira cota recebida em abril, terão direito a 100% das novas parcelas, ou seja, dos R$ 1.200.

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Até o momento, mais de 67 milhões de brasileiros já foram contemplados com o benefício. 

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