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Alerta para os pais: não coloque álcool em gel na mochila de seu filho por este motivo

Especialistas alertam para os riscos que o produto pode trazer, sobretudo aos pequenos nessa volta às aulas.

Foto: Bigstock

Ao passo que o retorno das aulas anda sendo discutido em todo o Brasil, os pais seguem preocupados com a proteção sanitária dos filhos, potencialmente expostos ao agente infeccioso que ainda agrava a pandemia vigente. Neste sentido, medidas de prevenção estão sendo estudadas a fim de garantir a higiene não apenas aos estudantes, mas também aos funcionários e professores.

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Quando os filhos retornarem para as escolas, é fundamental que os pais providenciem máscaras de proteção suficientes para que haja a troca em determinados intervalos de tempo. A recomendação é feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tendo em vista que o acessório de proteção possui um tempo limite de capacidade de vedação contra o agente infeccioso. 

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Também é indicado enviar uma bolsinha sobressalente para que a criança separe as máscaras usadas. “É preciso ensinar às crianças que as máscaras devem ser trocadas sempre”, explica a infectologista Ana Helena Gremoglio, do Hospital Águas Claras.

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Álcool em gel deve ser evitado a depender da faixa etária

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Com relação ao álcool em gel, um dos produtos mais disseminados ao longo desta pandemia, os médicos infectologistas recomendam que estes não façam parte dos acessórios colocados nas mochilas das crianças com idades inferiores a 12 anos. Nesta faixa etária, o recomendável é incentivar a higienização das mãos apenas com água e sabão.

O perigo está no fato das crianças não terem capacidade cognitiva suficiente para entender os riscos provocados pelo álcool em gel. Nesta idade, os pequenos podem ficar curiosos com o produto, podendo o ingerir, o que pode trazer graves consequências para a saúde. “Frascos de álcool devem sempre ficar longe de crianças, há vários riscos envolvidos”, aponta.

A pediatra Nathália Sarkis, da rede de hospitais Santa Lúcia, recomenda que o uso do álcool em gel aconteça apenas diante da supervisão de um adulto. Os funcionários e professores das escolas também devem ficar atentos no momento da higienização das mãos com água e sabão, a fim de que o processo seja realizado da maneira adequada.

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Escrito por Henrique Furtado

Henrique Furtado é um redator com vasta experiência no jornalismo online. Solidificou sua carreira com coberturas marcantes sobre os principais acontecimentos no Brasil e no mundo ao longo da última década. Suas especialidades englobam desde os bastidores da política, versando por esportes, atualidades e, claro, tudo o que acontece no mundo dos famosos. Está sempre ligado para entregar, em primeira mão, as últimas novidades para os seus leitores, 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano.

Contato: henriquefurtado.jornalista@gmail.com