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Auxílio Emergencial: Bolsonaro faz alerta para brasileiros sobre o benefício; ‘Tenham isso na cabeça’

Presidente esteve em um evento no Pará nesta sexta-feira (09), e chegou a pagar o benefício para uma família, ao atender no guichê.

Agência Brasil - Montagem: Cido Vieira

Presente em um evento no Pará nesta sexta-feira (09), o presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar que o programa Auxílio Emergencial “não é para sempre”. Segundo o chefe do Executivo, o benefício que tem sido uma verdadeira válvula de escape para milhões de brasileiros, custa muito caro para a União.

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As declarações do presidente vão de encontro com que o foi dito pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, após o surgimento de rumores que o governo federal poderia efetuar uma nova prorrogação do benefício em razão da indefinição acerca da criação de um novo programa social. A postura negativa quanto à outra extensão também havia sido rechaçada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

“Tenham isso na cabeça. O auxílio emergencial não é para sempre (…) até porque é caro demais para a União. É pouco para quem recebe, reconheço, mas caro demais para a União”, disse o chefe do Executivo durante um evento para divulgar a instalação de uma rede 4G na região. 

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Alto custo

Criado para ser um alento dos brasileiros em tempos de crise por conta da pandemia da Covid-19, o Auxílio Emergencial já atendeu mais de 67 milhões de brasileiros, representando um gasto de mais de R$ 101 bilhões aos cofres públicos e pode chegar a R$ 200 bi até o fim do programa.

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No início de setembro, o governo oficializou a segunda prorrogação do benefício, vigente até o dia 31 de dezembro e que possui um valor diferenciado. Ao invés dos R$ 600, o valor caiu pela metade. Além disso, nem todos os beneficiários receberão o mesmo volume de cotas, que dependerá de quando este teve o seu cadastro aprovado. 

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