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Auxílio Emergencial: PicPay muda política para movimentação do benefício e gera revolta

Milhões de brasileiros utilizam aplicativo para antecipar saque do Auxílio Emergencial.

Jornal de Brasília

Alternativa amplamente utilizada pelos brasileiros neste período de pandemia para adiantar o saque do Auxílio Emergencial, a fintech de pagamento PicPay se popularizou bastante nos últimos meses. Contudo, uma decisão da empresa não comunicada aos clientes acabou gerando revolta dos usuários nas redes sociais.

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Na nova regra, o PicPay passa a cobrar uma taxa de 1,99% por transferência via débito na opção “adicionar em carteira”. Anteriormente, o serviço vinha sendo disponibilizado de forma gratuita. 

No novo formato com taxas, o beneficiário deve pagar algo entre R$ 12 para poder antecipar o dinheiro do benefício em sua conta. 

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Questionada pelo Portal do Bitcoin sobre quando o serviço passou a ser cobrado, a fintech PicPay enviou a seguinte nota: 

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“Desde o início do pagamento do auxílio emergencial, o PicPay vem oferecendo a possibilidade de transferir o valor do benefício para a carteira digital de forma gratuita, absorvendo todos os custos de operação. Esta modalidade sem custos continua disponível para a operação por meio de boleto bancário”, diz um trecho da nota.

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A empresa alega estar seguindo a política de outras carteiras digitais. Além do PicPay, o Mercado Pago tem sido bastante utilizado nesta operação para adiantamento do Auxílio Emergencial. 

Neste cenário, os beneficiários geram um cartão digital no aplicativo Caixa Tem, e posteriormente adicionam o valor na carteira digital do PicPay, o valor então cai na conta digital, e o usuário pode transferir o montante para sua conta. 

Crescimento

Com a permissão para a antecipação do Auxílio Emergencial, o aplicativo ganhou cerca de 18 milhões de novos usuários. 

Os números de críticas sobre a fintech no Reclame Aqui, em paralelo, tem aumentado significativamente.

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