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Lula sofre dura derrota no Supremo Tribunal de Justiça e se complica

Ex-presidente disse nesta quinta-feira (01) que venceria o pleito presidencial de 2018 no primeiro turno.

VOX MS/Divulgação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, rejeitou, na última quarta-feira (30), um pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o andamento do processo do tríplex fosse suspenso. Nesta ação, o ex-chefe do Executivo foi condenado a uma pena de pouco mais de oito anos de prisão por lavagem  de dinheiro e corrupção.

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O processo está na etapa de recurso no Superior Tribula de Justiça (STJ). Em contato com o Supremo, a defesa de Lula solicitou a paralisação da ação até o próprio Tribunal julgue se o ex-juiz Sergio Moro e integrantes da cúpula da Lava Jato foram parciais no julgamento que acabou condenando o ex-presidente ainda em primeira instância. 

De acordo com os advogados, pelo fato da condenação de Lula ter chances de ser anulada quando a Segunda Turma do STF analisar a postura de Moro e dos procuradores do caso do tríplex, o mais plausível seria paralisar a tramitação da ação.  

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O processo que questiona a conduta de Moro e dos procuradores está parado desde dezembro de 2018, e ainda aguarda uma liberação do ministro Gilmar Mendes, para que seja julgada. O cenário segue com total indefinição, e ainda não há uma data para a ação ser retomada.

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Não foi a primeira

Este não foi o primeiro pedido negado neste processo. Recentemente, o relato da Lava Jato no STJ, o ministro Félix Fisher indeferiu a solicitação da defesa do ex-presidente. 

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No seu parecer, Fachin classificou que não existe nenhuma irregularidade que justifique a concessão de uma liminar para frear a ação. O ministro ainda afirmou que o deferimento de liminar em HC “somente se impõe quando a situação demonstrada nos autos representa manifesto constrangimento ilegal”.

Nas suas redes sociais, Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quinta-feira (01), que venceria as eleições de 2018 no primeiro turno, e ainda reivindicou seus direitos políticos. 

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