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Auxílio Emergencial: Bolsonaro oficializa prorrogação e novos valores são anunciados; grupo terá prioridade

Benefício começou a ser pago no início da pandemia e já atendeu mais de 67 milhões de brasileiros.

Agência Brasil

Depois de muita especulação e indefinição, o Auxílio Emergencial foi oficialmente prorrogado nesta terça-feira (1º). O benefício que tem sido um alento dos brasileiros em tempos de crise por conta da pandemia do coronavírus, ficará vigente até o mês de dezembro, contemplando assim mais quatro pagamentos.

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O anúncio foi realizado nesta tarde pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em cerimônia no Palácio do Planalto. O chefe do Executivo que chegou a classificar os atuais R$ 600 como inviável e R$ 200 como um valor muito abaixo, conseguiu chegar a um consenso com a equipe econômica, chefiada pelo ministro Paulo Guedes, e definiu que as novas parcelas ficarão na casa dos R$ 300.

A prorrogação do Auxílio Emergencial por mais quatro meses elevará em mais R$ 100 bilhões os custos com o programa. A despesa extra com o benefício leva o Brasil a atingir uma marca inédita de R$ 1 trilhão em gastos no ano. De acordo com o último levantamento do Ministério da Cidadania, a ajuda já atendeu mais de 67 milhões de brasileiros desde o início do programa.

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Bolsa Família com prioridade

A exemplo dos meses anteriores, os beneficiários do programa Bolsa Família terão algumas prioridades: receberão o montante de R$ 300 em espécie, e terão um calendário se iniciando primeiro, sempre se baseando no dígito final do NIS (Número de Identificação Social). 

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Se seguir o calendário que vinha sendo aplicado, este grupo já começa a receber as novas parcelas do Auxílio Emergencial a partir do dia 18 de setembro, enquanto o grupo mais avançado, que não integra o Bolsa Família, deve começar a receber a sexta parcela em crédito via poupança digital na última semana deste mês (beneficiários que receberam a 1ª parcela em abril).

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