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Auxílio Emergencial: benefício pode ser estendido até o início de 2021 e motivo é revelado

Governo federal ainda não anunciou oficialmente até quando Auxílio Emergencial sera estendido.

Agência Brasil - Montagem: Cido Vieira

Na última quarta-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) surpreendeu ao anunciar a suspensão temporária da criação do Renda Brasil, programa que seria uma versão “repaginada” do Bolsa Família e integraria outros benefícios. Um dos principais motivos que culminaram na decisão do chefe do Executivo foi a divergência no quesito valores. De acordo com o colunista Valdo Cruz, do G1, essa postura pode representar uma extensão ainda maior do Auxílio Emergencial.

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Após o descarte da proposta feita pela equipe econômica para o Renda Brasil, os assessores do presidente passaram a defender a prorrogação do Auxílio Emergencial até os primeiros meses de 2021, se o novo programa não for aprovado a tempo de iniciar sua vigência já nos primeiros meses do ano que vem.

“Agora, porém, caso não seja possível aprovar o Renda Brasil até o final do ano com fontes seguras de financiamento, a proposta deve ser prorrogar o auxílio emergencial durante alguns meses do ano que vem”, disse um assessor presidencial ao blog do Valdo Cruz.

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Efetivado em abril, o Auxílio Emergencial já contemplou mais de 66 milhões de brasileiros, e representa um gasto de R$ 50 bilhões a cada parcela paga. O governo federal havia sinalizado que o benefício seria estendido até dezembro, com valores menores em relação às cifras que são pagas desde o início do programa.

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Possível mudança de planos

O intuito anterior de Bolsonaro e seu governo era aprovar o Renda Brasil até o mês de dezembro, para que novo programa já vigorasse no início de 2021. Nesta semana, era prevista uma cerimônia para lançamento do benefício e outras medidas, como extensão do Auxílio Emergencial, contudo, as divergências de valores foram determinantes para a mudança de postura do governo federal. 

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As fontes de financiamento poderiam ser um entrave para que o governo não consiga oficializar o novo programa até dezembro. No anúncio feito da suspensão temporária do lançamento, Bolsonaro afirmou que não “sacrificaria” outros programas para financiar o Renda Brasil.

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