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Tempestade, geada, neve: conheça os estados que serão atingidos pela massa de ar frio intensa

O frio intenso promete mudar bruscamente as temperaturas do norte ao sul do Brasil.

PortalNotícias

A massa de ar frio intenso que vai atingir o país promete mudar o clima em vários estados brasileiros. A mudança climática vai acontecer de norte a sul do Brasil e está sendo chamada de massa de ar frio histórica pelos especialistas. A onda de frio já começa a ser percebida em várias regiões a partir desta quinta-feira, 20 de agosto, e deve se intensificar até sábado (22).

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Os dias prometem ser bem frios principalmente na região centro-sul. Inclusive, o sul do país tem previsão de cair neve, fenômeno raro por aqui. Segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), as condições atípicas do clima vão causar uma queda brusca da temperatura em diversos estados. Entre eles estão: os estados do sul, Mato Grosso, Sul de Goiás, Mato Grosso do Sul, Acre, Rondônia, Amazonas, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

A probabilidade de que a massa de ar frio histórica provoque temperaturas mínimas muito baixas, algo atípico para o país. Existe a possibilidade de que os valores fiquem abaixo O°C na região sul do país. Já no estado do Mato Grosso a temperatura deve cair cerca de 10°C entre as noites desta quinta (20) e sexta-feira (21).

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O fenômeno ainda vai favorecer a formação de geadas, vendavais e tempestades. Alerta de neve para as regiões da serra do Rio Grande do Sul, Sul, meio-oeste, sul e planalto norte do estado de Santa Catarina. O sudoeste e sul do Paraná também podem nevar, segundo a informação do Inmet.

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Por causa do fenômeno natural atípico, o Ministério da Cidadania disse que, em virtude das previsões, já está trabalhando com a Defesa Civil para poder proteger e garantir que a população mais vulnerável possa ficar segura, em especial as pessoas que moram na rua. Também é importante ter atenção com as equipes de assistência social, por causa da pandemia no novo coronavírus.

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