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Estudo faz alerta impactante sobre crianças que são infectadas com a Covid-19 e risco de volta às aulas

Covid-19 já assola população mundial há mais de seis meses e cenário segue preocupante.

UOL

A pandemia do coronavírus segue assolando a população mundial em larga escala. No Brasil, a volta às aulas na rede pública e escolas particulares ainda é uma incógnita, e o cenário não é dos mais positivos. Um estudo realizado pela Universidade de Havard, nos Estados Unidos, ligou o alerta, deixando o regresso às salas de aula ainda mais improvável de ocorrer em um curto tempo.

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De acordo com o levantamento feito pela Escola Médica da universidade norte-americana, as crianças possuem uma alta carga viral do coronavírus, podendo assim ser mais contagiosas do que os adultos, incluindo pacientes que são internados nas unidades de terapia intensiva (UTI). O estudo aponta que o potencial de transmissão do vírus entre os mais jovens tem sido subestimado desde o início da pandemia no mundo.

A pesquisa que foi publicada na revista Journal of Pediatrics aponta que até mesmo as crianças assintomáticas, casos mais comuns de acontecer entre elas, o nível infeccioso delas é amplamente expressivo. 

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“Ao contrário do que acreditávamos, com base nos dados epidemiológicos, as crianças não são poupadas desta pandemia”, disse Alessio Fasano, um dos autores dos estudos.

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Números

O estudo envolveu 192 pessoas com idades entre 0 a 22 anos que estava em unidade de atendimento de urgência com suspeita de terem contraído a Covid-19. Deste total, 49 delas testaram positivo para o vírus. Outras 18 acabaram sendo incluídas no estudo depois de serem diagnosticadas com síndrome inflamatória multissistêmica, doença grave ligada à Covid-19.

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Através da pesquisa foi descoberto que as crianças infectadas possuem um nível elevadíssimo de vírus nas vias aéreas, que é a principal parte do corpo que funciona como vetor na transmissão da doença. 

Volta às aulas

Em sua grande maioria, os estados brasileiros ainda discutem a possibilidade de retomar as aulas presenciais ainda em 2020. O Amazonas foi o pioneiro no regresso das atividades escolares, e posteriormente o Maranhão também oficializou a volta das crianças e adolescentes às escolas.

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