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Auxílio Emergencial: quase 6 milhões de brasileiros recebem benefício hoje (19); calendário está na reta final

Auxílio Emergencial já atingiu mais de 66 milhões de brasileiros neste período de pandemia.

Cris Faga/Estadão Conteúdo

Dando continuidade ao cronograma do Auxílio Emergencial, a Caixa Econômica Federal (CEF) efetua o pagamento de novas parcelas do benefício a 5,8 milhões de brasileiros nesta quarta-feira (19). Os beneficiários contemplados são pessoas que integram o Bolsa Família, além dos brasileiros inscritos no programa via site, aplicativo e Cadastro Único. 

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Para quem faz parte do Bolsa Família, o calendário do dia é para brasileiros que possuem o dígito final 2 do NIS (Número de Identificação Social). O cronograma da quinta e última parcela prevista iniciou para estes brasileiros na última terça (18) e se estenderá até o 31 de agosto. 

Os demais brasileiros, por sua vez, receberão o valor de R$ 600 na poupança digital da Caixa, de acordo com a data de cadastro e o mês de aniversário. A quinta parcela só inicia para brasileiros que não são cadastrados no Bolsa Família a partir do dia 28 de agosto. 

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Como de praxe, estes grupos recebem os R$ 600 na conta digital do Caixa Tem, e só podem realizar compras e pagamentos de contas. Saques e transferências continuam com calendário diferenciado. 

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Veja o calendário de pagamentos desta quarta-feira (19):

Cerca de 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família (NIS final 2) – quinta parcela. Outros 3,9 milhões de beneficiários, nascidos em outubro, recebem:

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  •  quarta parcela (aprovados 1º lote)
  •  terceira parcela (aprovados 2º lote)
  • segunda parcela (aprovados 3º lote e 4º lote)
  • primeira parcela (aprovados 5º lote e 6º lote)
  • aprovados no primeiro lote, mas que tiveram o benefício suspenso, recebem a terceira e quarta parcelas

Vai prorrogar?

Com a proximidade do pagamento da última parcela prevista, o governo federal discute nos bastidores a possibilidade de realizar mais uma extensão no programa. Contudo, dificilmente os valores continuarão os mesmos, e de acordo com a colunista Carla Araújo, do UOL, ainda há o risco de corte no número de beneficiários. 

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